Santa Faustina relata as 7 aflições do inferno

“Algo que observei foi que a maior parte das almas que está no inferno não acreditava que o inferno existe.”

 

No meio católico, principalmente no mundo moderno, muitos não acreditam no Inferno e, inclusive, acham que são boas pessoas e por isso, já estão salvos. Infelizmente, a realidade não é bem assim. Senão, vejamos:

“Hoje, conduzida por um anjo, estive nos abismos do inferno. É um lugar de grandes tormentos por toda a sua extensão espantosamente grande. Estas são as diversas aflições que vi: a primeira aflição, a que constitui o inferno, é a perda de Deus; a segunda, os contínuos remorsos da consciência; a terceira, a consciência de que esse destino não mudará jamais; a quarta aflição é o fogo que penetra a alma, mas não a destrói; é uma aflição terrível: é um fogo puramente espiritual, aceso pela ira de Deus; a quinta aflição é a escuridão contínua, um fedor horrível e sufocante, e ainda que seja escuro, os demônios e as almas condenadas vêem-se mutuamente e vêem todo o mal dos demais e o seu próprio; a sexta aflição é a companhia contínua de Satanás; a sétima aflição é o tremendo desespero, o ódio a Deus, as imprecações, as maldições, as blasfêmias. Estas são as aflições que todos os condenados sofrem juntos, mas não são o fim dos tormentos. Existem também tormentos especiais para as diferentes almas. São os tormentos dos sentidos. Cada alma é atormentada de maneira tremenda e indescritível, de acordo com o seu pecado. Há cavernas horríveis, turbilhões de tormentos onde cada suplício se diferencia de outro. Teria morrido ao ver aquelas horríveis torturas se a onipotência de Deus não me houvesse sustentado. Que o pecador saiba que, de acordo com seu pecado, será torturado por toda a eternidade. Escrevo isto por ordem de Deus, a fim de que nenhuma alma se justifique dizendo que o inferno não existe, ou que ninguém nunca esteve ali e ninguém sabe como é. Eu, Irmã Faustina, por ordem de Deus, estive nos abismo do inferno, a fim de contar às almas e dar testemunho de que o inferno existe. […] O que está escrito é uma sombra débil das coisas que vi. Algo que observei foi que a maior parte das almas que está no inferno não acreditava que o inferno existe. […] por isso rezo com maior fervor pela conversão dos pecadores e invoco incessantemente a misericórdia de Deus para eles.”

Fonte: O Último Exorcista – AMORTH, Padre Gabriele