Suécia: a nova capital do estupro

Dados da polícia sueca mostram que 80% dos estupros são cometidos por imigrantes.

Diversas fontes, inclusive da polícia e do governo sueco, demonstraram que 80% dos estupros, no país, estão sendo cometidos por imigrantes, e não apenas isto, o número de estupros vem crescendo EXPONENCIALMENTE desde o início da guerra demográfica, iniciada pelo Estado Islâmico e afins. E o pior é que nada está sendo publicado pela mídia, a não ser quando há um atentado, ou algo que chame a atenção pública.

Crescimento das taxas de estupro

 

Número de estupros por 100 mil habitantes.

O negócio está tão complicado que, apenas no festival de verão deste ano, em Malmo, foram registrados 150 assaltos e 20 estupros. Ocorreram, também, casos horrendos, como a gangue que realizou um  ‘estupro coletivo’  de uma menina Sueca, ao vivo, no Facebook Live. Porém, quando a polícia chegou, o estrago já estava feito.

Responsáveis pelo estupro coletivo (atualmente, presos)

Ainda, há a questão da impunidade, uma vez que há centenas de bairros, chamados de ”NO-GO ZONE” (zona proibida), em que nem a polícia tem acesso, devido a tamanha periculosidade de ser atacada por gangues muçulmanas. Apenas na cidade de Malmo, na Suécia, existem dezenas. Os bairros “NO-GO ZONE” são bairros tomados que não estão sujeitos às leis suecas, mas às leis da Shariah. No entanto, o governo sueco ainda não tomou nenhuma medida, muito menos a União Europeia.

Cartaz usado para identificar áreas “NO-GO”